Para 2017 e para sempre: ainda é tempo

Somos seres imortais e como tal agimos. Não parece razoável?

As ações humanas mostram essa frase com aspecto claro de verdade. Vamos analisar os fatos do dia-a-dia. A imensa maioria das pessoas da nossa cultura investem em comprar muitas superficialidades e aprender muito daquilo que não é fundamental para o convívio humano saudável e sólido. Para isto gastamos muito tempo o qual passa segundo a segundo como água do rio: sem retorno.

Vivemos festejando o passado. Conhecem alguém que vai festejar o dia de amanhã, ou seus próximos 15 anos com saúde? Para isso deveria-se investir em prevenções, autocuidado alimentar, físico e espiritual. E assim durante seus próximos anos festejar aniversariando estas conquistas. Quem de nós já imaginou uma meta de vida hipotética? Em realizar a vida festejando aniversários em ordem decrescente?  Hoje somamos aquilo que passou. A vida que fluiu. Amassamos e compactamos nosso real tesouro – O TEMPO.

Parafraseando José “Pepe” Mujica – a única coisa que não se pode comprar é a vida. A vida se gasta. Assim como gastamos o tempo para alcançar os objetivos nem sempre claros desta sociedade.  Nossa cultura é especialista em criar escravos das regras e do consumo. E para cumprir com isto gastamos o que nunca compraremos – tempo de vida.

Somos filhos do tempo, deste tempo que não aprendemos a analisar com lisura e sem pressa. E deste equivoco nasce o que hoje vivemos. A vida com seus solavancos e desacertos, com suas mazelas e doenças – corporais e mentais, com seus dissabores e equívocos, com suas fraquezas e ações egoístas. A proposta é voltar a viver economicamente. Pagamos com o tempo que gastamos para ganhar. Este tempo é para investir nos segundos da vida imediata. Assim estaremos aptos ao convívio humano para reencontrar o tempo bem gasto no ócio familiar.